quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Um Pacto com uma Condição - Catecismo de Westminster




O pacto da graça é o que cura e consola uma alma ferida. E um pacto que mostra uma porta aberta de escape para o pecador. As promessas desse pacto são absolutamente grátis no que nos diz respeito. Contudo, o pacto da graça é um pacto com uma condição.

A. A. Hodge coloca isso muito bem quando diz: "Aqui está um pacto com uma condição — todo aquele que crê será salvo, e todo aquele que não crê será condenado. O Senhor Jesus Cristo aparece como sendo o Mediador do pacto, porque tudo depende de sua obra mediadora. E acima de tudo, ele representa o Fiador. Você se ajoelha e promete fé, e o Senhor Jesus Cristo assina por você".

É verdade que o pacto da graça, tomado por si só, é pura graça e exclui todas as obras. O Evangelho do Senhor Jesus Cristo é Boas Novas e é simplesmente uma dádiva de Deus. Mas este Evangelho vem para nós dentro da estrutura de uma condição, essa condição não sendo outra coisa senão nossa fé em aceitar com disposição o que Deus nos quer dar. A vontade de Deus para isso se realiza somente pela nossa razão e nossa vontade.

Tudo isso coloca sobre nós como cristãos uma grande responsabilidade de pregar o Evangelho a todo aquele com quem entramos em contato. Pois realmente todo aquele que crê será salvo e todo aquele que não crê será condenado, pois tal é a condição compreendida no pacto da graça. Pode-se muito bem dizer, falando teologicamente, "que uma pessoa, pela graça que recebe, deve crer e se voltar do pecado para Deus" (Bavinck). Isso significa que o evangelismo, segundo os Padrões de Westminster, é algo que deve ser desempenhado por todo crente nascido de novo. Não há espaço na Fé Reformada para a noção errada mantida por muitos de que não há lugar para o trabalho pessoal dentro da estrutura dosPadrões de Westminster.

Cabe a todos nós que perseveramos nos Padrões, lembrar de nossa responsabilidade como tão apropriadamente declarada por Paulo: "Fiz-me fraco para com os fracos, com o fim de ganhar os fracos. Fiz-me tudo para com todos, com o fim de, por todos os modos, salvar alguns (ICo 9:22). O Pacto da Graça, com sua condição, deve nos motivar ao evangelismo pessoal.

Pergunta 20. Deixou Deus todo o gênero humano perecer no estado de pecado e miséria?

Resposta: Tendo Deus, unicamente pela sua boa vontade, desde toda a eternidade, escolhido alguns para a vida eterna, entrou com eles em um pacto de graça, para os livrar do estado de pecado e miséria e os levar a um estado de salvação por meio de um Redentor.

Referências Bíblicas: Ef 1.4-7; Tt 3.4-7; Tt 1.2; Gl 3.21; Rm 3.20-22.

Perguntas:

1.         Quem Deus leva a um estado de salvação?
Deus leva todo seu povo eleito a um estado de salvação para o qual os escolheu.

2.         Quem são as pessoas que fazem parte do povo eleito de Deus?
Os eleitos de Deus são aqueles que ele escolheu para a vida eterna, escolhidos desde toda a eternidade por sua boa vontade.

3.         O que queremos dizer ao usar o termo "por sua boa vontade " ?
Queremos dizer que, embora o homem esteja perdido e decaído, nada merecendo de Deus, foi do prazer de Deus fazer provisão para algumas pessoas mediante aquilo que é chamado de pacto da graça.

4.         Como Deus leva seus eleitos a um estado de salvação ?
Deus leva seus eleitos à salvação por meio de um Redentor (At 4.12).

5.         O que é o pacto da graça?
É um pacto de vida eterna e salvação para pecadores, a lhes ser dado por graça e misericórdia gratuitas. É um acordo entre Deus e seus eleitos.

6.         Há condições estipuladas para o pacto da graça ?
Sim, há uma condição. A condição é a fé, pela qual os eleitos têm um interesse ativo em Jesus Cristo (Jo 3.15; At 16.31).

7.         Qual é a promessa inferida no pacto da Graça?
A promessa é que Deus fará com que seu Santo Espírito habite nos eleitos e opere neles, criando a fé e virtude que ele deseja. Em outras palavras, o que Deus requer, ele dá (J. B. Green).


 Leonard T. Van Horn

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Recomendação para todos:



1 – Pedir perdão a Deus de seus pecados;
2-  Confessar publicamente Cristo como seu Salvador;
3 – Afastar-se de tudo o que desagrada a Deus;
4 – Não resistir à ação do Espírito Santo.

Destino efêmero da Criatura - Agostinho

 


Deus das virtudes, volta-nos para ti, mostra-nos a tua face e seremos salvos.
Para qualquer parte que se volte a alma humana, se não se fixa em ti, se agarra à dor, ainda que se detenha nas belezas que estão fora de ti e fora de si mesma. Estas nada teriam de belo, se não proviessem de ti. Nascem e morre: nascendo, começam a existir e a crescer para chegar à maturidade; porém, uma vez maduras, decaem e morrem. Nem tudo envelhece, mas tudo morre. Portanto, no exato momento em que nascem começam a existir, quanto mais rapidamente crescem para o ser, tanto mais correm para o não ser. Tal é a condição que lhes impuseste, por serem partes de coisas que não existiam simultaneamente. São coisas que, desaparecendo e sucedendo-se umas às outras, compõem o universo. Também assim se realizava a fala, através de sinais sonoros. E o discurso não seria completo, se cada palavra, depois de pronunciada, não morresse para deixar lugar a outra.
Que minha alma te louve por tudo isso, ó meu Deus, criador de todas as coisas, mas a elas não se deixe apegar por amor aos sentidos. Elas caminham para o seu destino, para deixarem de existir e dilaceram a alma com paixões pestilentas, porque o desejo da alma é existir e repousar no objeto que ama. Mas ele não encontrava lugar de repouso nas coisas, porque não são estáveis: fogem. E quem poderia segui-las com a sensibilidade ou alcançá-las, mesmo quando presentes? Os sentidos são lentos, precisamente por serem carnais; tal é a condição deles. Servem a outros fins, para os quais foram feitos, mas não podem impedir que as coisas corram desde o seu devido princípio ao seu devido destino. Porque, a tua palavra, ao criá-la, disse: "Daqui até ali".

domingo, 2 de setembro de 2012

Calvinismo na Bíblia (III): Expiação Limitada


Calvinismo na Bíblia (III): Expiação Limitada

 

Expiação Limitada


expiação limitada é o terceiro dos Cinco Pontos do Calvinismo. Essa doutrina ensina que na cruz Jesus se ofereceu como o único e perfeito sacrifício pelos pecados, para satisfazer a justiça de Deus, sofrendo a ira divina, tornando-se maldição e morrendo no lugar de pecadores. Por ser verdadeiro Deus, tal sacrifício oferecido por Cristo é de valor e dignidade infinitos, plenamente suficiente para expiar os pecados do mundo inteiro. No entanto, esta expiação é limitada no sentido de que o propósito de Deus com o sacrifício de Cristo foi expiar apenas os pecados dos eleitos. Portanto, Jesus não morreu por todos os seres humanos literalmente, mas apenas pelos Seus escolhidos, que pelo Seu sangue são purificados de todos os pecados, tanto do pecado original quanto dos pecados atuais, cometidos antes e depois da conversão.

Seguem diversas passagens bíblicas que afirmam a expiação limitada:

Isaías 53.4-12: "Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos. Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca. Da opressão e do juízo foi tirado; e quem contará o tempo da sua vida? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; pela transgressão do meu povo ele foi atingido. E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte; ainda que nunca cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca. Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os seus dias; e o bom prazer do SENHOR prosperará na sua mão. Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; com o seu conhecimento o meu servo, o justo, justificará a muitos; porque as iniqüidades deles levará sobre si. Por isso lhe darei a parte de muitos, e com os poderosos repartirá ele o despojo; porquanto derramou a sua alma na morte, e foi contado com os transgressores; mas ele levou sobre si o pecado de muitos, e intercedeu pelos transgressores."

Mateus 1.21: "E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados."

Mateus 26.28: "Porque isto é o meu sangue; o sangue do novo testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados."

Marcos 4.11-12: "E ele disse-lhes: A vós vos é dado saber os mistérios do reino de Deus, mas aos que estão de fora todas estas coisas se dizem por parábolas, para que, vendo, vejam, e não percebam; e, ouvindo, ouçam, e não entendam; para que não se convertam, e lhes sejam perdoados os pecados."

Marcos 10.45: "Porque o Filho do homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos."

João 1.29: "No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo."

João 3.16: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna."

João 6.37-40: "Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora. Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. E a vontade do Pai que me enviou é esta: Que nenhum de todos aqueles que me deu se perca, mas que o ressuscite no último dia. Porquanto a vontade daquele que me enviou é esta: Que todo aquele que vê o Filho, e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia."

João 10.11,15,26-28: "Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas [...] Assim como o Pai me conhece a mim, também eu conheço o Pai, e dou a minha vida pelas ovelhas [...] Mas vós não credes porque não sois das minhas ovelhas, como já vo-lo tenho dito. As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem; e dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão."

João 17.6-9,19-21: "Manifestei o teu nome aos homens que do mundo me deste; eram teus, e tu mos deste, e guardaram a tua palavra. Agora já têm conhecido que tudo quanto me deste provém de ti; porque lhes dei as palavras que tu me deste; e eles as receberam, e têm verdadeiramente conhecido que saí de ti, e creram que me enviaste. Eu rogo por eles; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus [...] E por eles me santifico a mim mesmo, para que também eles sejam santificados na verdade. E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim; para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste."

Atos 20.28: "Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue."

Romanos 3.21-26: "Mas agora se manifestou sem a lei a justiça de Deus, tendo o testemunho da lei e dos profetas; isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que crêem; porque não há diferença. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus. Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus; para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus."

Romanos 5.7-10: "Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer. Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira. Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida."

Romanos 8.30-34: "E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes também glorificou. Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas? Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós."

I Coríntios 15.3: "Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras."

II Coríntios 5.18-21: "E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo, e nos deu o ministério da reconciliação; isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pós em nós a palavra da reconciliação. Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus."

Gálatas 1.3-4: "Graça e paz da parte de Deus Pai e do nosso Senhor Jesus Cristo, o qual se deu a si mesmo por nossos pecados, para nos livrar do presente século mau, segundo a vontade de Deus nosso Pai."

Gálatas 3.13: "Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro."

Efésios 1.3: "Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo."

Efésios 5.25: "Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela."

Colossenses 1.12-14,20-22: "Dando graças ao Pai que nos fez idôneos para participar da herança dos santos na luz; o qual nos tirou da potestade das trevas, e nos transportou para o reino do Filho do seu amor; em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados; e que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus. A vós também, que noutro tempo éreis estranhos, e inimigos no entendimento pelas vossas obras más, agora contudo vos reconciliou no corpo da sua carne, pela morte, para perante ele vos apresentar santos, e irrepreensíveis, e inculpáveis."

Tito 2.14: "O qual se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniqüidade, e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras."

Hebreus 2.9,14: "Vemos, porém, coroado de glória e de honra aquele Jesus que fora feito um pouco menor do que os anjos, por causa da paixão da morte, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos [...] E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo."

Hebreus 9.15,26: "E por isso é Mediador de um novo testamento, para que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia debaixo do primeiro testamento, os chamados recebam a promessa da herança eterna [...] De outra maneira, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo. Mas agora na consumação dos séculos uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo."

I João 2.1-2: "Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo. E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo."

I João 3.5: "E bem sabeis que ele se manifestou para tirar os nossos pecados; e nele não há pecado."

I João 4.10: "Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados."

Apocalipse 1.5: "E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o príncipe dos reis da terra. Aquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados."

Apocalipse 5.8-9: "E, havendo tomado o livro, os quatro animais e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo todos eles harpas e salvas de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos. E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda a tribo, e língua, e povo, e nação."

Obs: Todas as referências bíblicas são da versão Almeida Corrigida e Fiel.

sábado, 1 de setembro de 2012

Luz no mundo - por Pr. J Miranda



Mateus
5.13   Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens.
5.14   Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte;
5.15   nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa.
5.16   Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.
A igreja é coluna e baluarte da verdade. É esta verdade que vai iluminar as nações como a LUZ DO MUNDO. O testemunho da igreja é de suma importância para anunciar as virtudes de Deus aos homens pecadores mortos em seus delitos e pecados. Segundo o Pr. H. D. Lopes: “A igreja foi escolhida soberana e livremente pelo Pai desde a eternidade. Foi remida pelo sangue de Cristo e selada pelo Espírito Santo. A igreja é o corpo de Cristo em ação na terra, é o santuário da habitação de Deus, a noiva do Cordeiro, a coluna e baluarte da verdade. A igreja deve ser depositária e portadora da verdade como a luz do mundo para desvendar os olhos dos que caminham para as trevas. Fora da verdade não há evangelho para pregar, não há salvação para receber nem esperança que sirva de âncora para a alma”.                                                                                                                                                  Avocação da Igreja é, de fato, elevada: proclamar e incorporar aquela única, santa, universal e apostólica revelação manifestada em Cristo Jesus e confiada a nós, Seu povo, e assim amados completa nossa vocação como coluna e baluarte da verdade de Deus.